Albouy, D. Y. (2012). The Colonial Origins of Comparative Development: Comment.

Development Economics
Institutions
Econometrics
Reading notes
Reading notes on the empirical critique of the settler mortality IV.
Published

January 13, 2026

Modified

January 13, 2026

Full citation: Albouy, David Y. (2012). The Colonial Origins of Comparative Development: An Empirical Investigation: Comment. American Economic Review, 102 (6): 3059–3076. https://doi.org/10.1257/aer.102.6.3059

Personal Notes and highlights

  • LLM Generated content

Summary

In this critical comment, David Albouy re-examines the data used by Acemoglu, Johnson, and Robinson (AJR, 2001) in their seminal work on the colonial origins of development. AJR famously used European settler mortality rates as an instrumental variable (IV) to argue that historical institutions, rather than geography or culture, drive modern economic performance.

Albouy’s critique focuses on three main empirical flaws: 1. Data Reliability: He argues that of the 64 countries in the AJR sample, only 28 have mortality rates originating from within their own borders. The remaining 36 were assigned rates based on “conjectures” from neighboring countries, which Albouy finds dubious. 2. Inconsistent Sources: Albouy points out that AJR mixed mortality data from different populations (soldiers at peace vs. soldiers on campaign, laborers, and bishops). He argues that “campaign” mortality is artificially high and unrepresentative of potential settler risk. 3. Lack of Robustness: When these data inconsistencies are controlled for, or when the “conjectured” data is removed, Albouy finds that the statistically significant relationship between settler mortality and institutional quality disappears, leading to a “weak instrument” problem.

NotebookLM

Gemini at Google Drive

O documento é um comentário de David Y. Albouy sobre o artigo seminal de Acemoglu, Johnson e Robinson (2001) (AJR), que investiga a relação causal entre instituições que protegem os direitos de propriedade e o desempenho econômico. O AJR utiliza taxas potenciais de mortalidade de colonos europeus como variável instrumental (VI) para o risco de expropriação de capital.

Principais Críticas à Série de Dados de Mortalidade de Colonos do AJR:

  • Confiabilidade e Comparabilidade Questionáveis: O comentário argumenta que as taxas de mortalidade dos colonos europeus do AJR carecem de confiabilidade e comparabilidade.
  • Taxas Conjecturadas: 36 dos 64 países da amostra tiveram suas taxas de mortalidade atribuídas com base em conjecturas sobre ambientes de doenças semelhantes, em vez de dados originários de suas próprias fronteiras.
    • Se as 36 taxas conjecturadas forem removidas, a relação entre as taxas de mortalidade e o risco de expropriação enfraquece.
    • A correção para o agrupamento (clustering) de dados de mortalidade compartilhados entre países reduz a significância dos resultados do AJR.
  • Fontes de Dados Incomparáveis: As taxas vêm principalmente de soldados, e não de colonos reais, e misturam taxas de “quartel” com taxas de “campanha” mais altas, o que favorece artificialmente a hipótese do AJR.
    • A mistura de taxas de soldados em quartéis com taxas de soldados em campanha sem ajuste é um problema, pois as taxas de campanha são tipicamente muito mais altas devido às piores condições de vida.
    • O AJR usa taxas de campanha com mais frequência em países com maior risco de expropriação e menor PIB per capita.
  • Problemas com a Atribuição: Seis atribuições para países como Mali, Níger e Burkina Faso baseiam-se numa interpretação incorreta dos nomes coloniais e não têm base lógica para serem atribuídas a países distantes como Angola e Uganda.
  • Benchmarking da América Latina: As taxas de 16 países latino-americanos são extrapoladas a partir de escassos dados de mortalidade de bispos, usando um procedimento de “benchmarking” que é sensível e produz resultados contraditórios.

Sensibilidade dos Resultados Empíricos:

  • A falta de uma relação robusta entre o risco de expropriação e as taxas de mortalidade introduz problemas de “instrumento fraco” na estimativa de variáveis instrumentais (VI) do AJR.
  • Os pontos de estimativa de VI tornam-se instáveis, e os intervalos de confiança corrigidos são frequentemente infinitos quando as fraquezas dos dados de mortalidade são consideradas.

Perplexity with Claude Sonet 4.5